Com Cristo somos mais que vencedores !

domingo, 3 de abril de 2011

Deus conhece os segredos dos nossos corações




Deus conhece os segredos dos nossos corações

Textos para meditação: Salmo 19 e Romanos 10.
Texto escrito pelo Pastor Caio Fábio e retirado do seu site: ww.caiofabio.net
Plágio é crime!





Só Deus conhece as pessoas. Ninguém mais. O que acontece entre um ser humano e Deus é sempre um mistério.
Quem crê no Evangelho pode andar com a segurança da vida eterna, pois conheceu e creu. Esta é a segurança.
Quem não ficou sabendo, Deus sabe, entretanto, do que tal pessoa soube. E isto é o que interessa. Deus sabe. E Deus é bom.
E como Jesus é a verdadeira luz que vinda ao mundo ilumina a todo homem, esse assunto pertence a Deus. Somente Ele sabe onde a Luz brilhou.
Quem passa no caminho das Boas Novas e crê, recebe o benefício de andar pacificado e consciente—em fé—de que ele mesmo já está reconciliado com Deus; visto que Deus estava em Cristo reconciliando o mundo consigo mesmo.
Digo isto porque confundimos o Evangelho de Jesus com a pregação da religião, ou com o testemunho dos homens.
O Evangelho é de Deus, e não dos homens. O evangelho é para os homens, mas não pertence a ninguém na Terra.
Assim, indo...anuncio a Boa Nova a toda criatura; quem crê, vive em paz; quem não crê, não é quem “não aceita a Cristo”, necessariamente; pois, muitas vezes as pessoas ouvem e rejeitam não a mensagem, mas a estranha mistura entre o que seria a mensagem e as embalagens dos mensageiro; e que para a maioria das pessoas parece não se diferenciar da mensagem; visto que boa parte do que nós chamamos de pregação da Palavra, nada mais é que pregação do Cristianismo. E o Cristianismo é um fenômeno humano de natureza político-econômico-religiosa. Portanto, um partido.
Assim, o Cristianismo é apenas uma religião como qualquer outra da Terra.
Somente Jesus sabe quem se abriu e quem se fechou para Ele.
A rejeição ao Cristianismo não é rejeição a Cristo.
Jesus é Sumo-Sacerdote segundo a ordem de Melquizedeque; portanto, é salvador não apenas dos descendentes de Abraão ou dos cristãos—pois o próprio Abraão reconheceu que Melquizedeque lhe era superior—; mas é salvador de todo ser humano para quem Deus decidir que as Suas Boas Novas devam ser aplicadas. Seja entre judeus, índios ou americanos.
É meu privilégio pregar o Evangelho. O que me deu vida eu quero que dê vida a todos também. É mandamento de Jesus. É meu prazer dizer ao mundo quem Ele é para cada criatura.
No entanto, eu sei que Deus trabalha até agora...
Sei que o Espírito sopra onde quer. Sei que a verdadeira luz ilumina a todo homem. Sei que o amor de Deus constrange corações em todas partes da Terra. Sei que Ele conhece os corações; e que Ele é amor
E, sobretudo, eu creio que Ele é soberano e que Sua majestade é pura Graça.
De fato, o que aqui confesso é que há estrelas, jumentos, defuntos, recém-nascidos, galinhas, anjos, ventos, arcanjos, saraivadas, serafins, pregadores, querubins, uirapurus, trombetas, luares, cornetas, chuvas finas, e profecias; olhares, esturros, sussurros e berros; burros, e águias; homens e abelhas; cultos e tragédias; loucuras e sabedorias; e tudo mais que existe, gritando a voz de Deus, e chamando a todos os que habitam sobre a Terra, para que ouçam a voz do anjo que voa pelo meio do céu, e que tem “um evangelho eterno para pregar”, e que diz:
Temei a Deus, e dai-lhe glória; sim, a Ele que criou o céu, a terra, os mares e as fontes das águas.
Minha oração é para que as pedras clamem, os galos cantem, os jumentos falem, as estrelas andem pelo céu, e as muitas águas declarem a Sua Voz.
Meu clamor é para que nossas noites sejam visitadas por sonhos, e que Deus mesmo nos fale e nos ensine o que nos revelou.
Minha esperança é que a Escritura vire Palavra, e a alma não tente se fartar de letras, mas sim do espírito.
Meu desejo, de todo o coração, é que por toda terra se faça ouvir a Sua voz, e as suas palavras até os confins do mundo.


Caio
Escrito em outubro de 2003, em Manaus





IDOSOS SÃO VÍTIMAS DE MAUS TRATOS E VIOLÊNCIA MAS TÊM MEDO DE DENUNCIAR

Este artigo foi retirado do site : http://direitodoidoso.braslink.com/pdf/ARTIGO%203.pdf  E escrito por :
*Pérola Melissa Vianna Braga.

O mesmo tem o intuíto informativo. Plágio é crime !

A questão dos maus tratos contra as pessoas idosas é um problema cada vez mais sério em nossa sociedade. Os idosos têm sido vítimas dos mais diversos tipos de violência que vão desde insultos e espancamentos pelos próprios familiares e cuidadores até os maus tratos sofridos em transportes públicos e instituições públicas e privadas que atendem esta população.



Mas problema não é novo, desde 1999 esta violência já tem sido estudada e demonstrada das mais diversas formas. Uma pesquisa feita pelo Centro Latino-Americano de Estudos sobre Violência e Saúde (Claves) da Fiocruz entre 1980 e 1998 registrou um aumento das mortes violentas com pessoas com mais de 60 anos e sobretudo na década de 80, estas mortes violentas passaram a representar uma das principais causas de morte de idosos no país. E pior, a partir de 1989, estas mortes assumiram o segundo lugar, perdendo apenas para as doenças do aparelho circulatório.


Ocorre que agora contamos com o Estatuto do Idoso que em seu Artigo 4° prevê expressamente: “Nenhum idoso será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos.” . E o mais importante, o mesmo artigo


determina que é dever de todos prevenir a ameaça ou violação aos direitos do idoso. Portanto, precisamos denunciar a violência, e precisamos denunciar quando há indícios, a sociedade não deve esperar ter certeza de que algo errado acontece, a investigação cabe à autoridade policial e o quanto antes denunciarmos mais rápido pode ser a solução do problema.


Segundo o Dr. Oscar Ferraz Gomes, Delegado Titular da Delegacia de Proteção ao idoso da capital de São Paulo, 90% das ocorrências registradas naquela delegacia tratam de abandono material e maus tratos cometidos contra idosos por seus próprios familiares.


A situação é escandalosa. O idoso é maltratado pela própria família e por ser dependente dela acaba não denunciando seus agressores. E a dependência pode ser apenas física ou emocional porque muitos lares brasileiros são sustentados exclusivamente por idosos aposentados. Ou seja, o idoso sustenta a família e ainda assim é vitimizado por ela.


O idoso tem direito ao respeito e à dignidade e nossa sociedade não pode mais se calar diante de qualquer tipo de violência. Não podemos mais tolerar este comportamento. O idoso deve denunciar, deve procurar ajuda pois tem direito ao respeito, a inviolabilidade de sua integridade física, psíquica e moral e para que este respeito realmente aconteça, é dever de todos zelar pela dignidade do idoso, colocando-o a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor. Se o idoso não denuncia,


nós cidadãos precisamos denunciar! Cada denuncia pode evitar uma morte!


Onde denunciar:


1 - Toda Delegacia de Polícia é obrigada a atender casos de violência contra o idoso. Procure a mais próxima ou procure o Promotor de Justiça de sua cidade;


2 – Use o disque-denúncia se quiser preservar sua identidade: 0800 156315;


3 – Delegacia de Proteção ao Idoso – dentro do Metrô República em São Paulo: (11)3237-0666;


4 – SOS Idoso – Ministério Público – (11)3874-6904


5 - Procure ainda os Conselhos Municipais e Estaduais do Idoso, eles também têm competência para receber denuncias.


*Pérola Melissa Vianna Braga é advogada, autora do livro Direitos do Idoso – (Quartier Latin-2005), mestre em Direito Civil pela PUC/SP, conferencista sobre Direitos do Idoso, professora universitária e editora deste site.
 
Comentário pessoal:
 
Vamos cuidar bem dos nossos idosos, pois, um dia seremos nós no lugar que eles hoje oculpam!
Iara Sobreira da Silva

Um pouco do "Filosofar" !

A Alegoria da Caverna ( Platão - Réplubica, VII,514-516, em forma abreviada )

Sócrates - Imagine seres humanos em uma morada subterrânea, cavernosa, com uma entrada voltada para cima. Desde crianças, eles estão presos nesta caverna com cadeias nas costas e pescoços; eles permanecem, portanto, sempre no mesmo lugar e olham apenas para sua frente, pois através das cadeias eles são impedidos e girar a cabeça. Porém de cima, de longe, brilha atrás deles a luz de um fogo. Entretando, entre os presos e o fogo corre, acima, um caminho ao longo do qual é edificado um baixo muro semelhante á barreira que os apresentadores de teatro de obras de arte. Ao longo desse muro, seres humanos passam trazendo toda sorte de objetos que ultrapassam as alturas do muro, estátuas de seres humanos e de outros seres vivos dos mais diversos tipos feitas de pedra e madeira.
Glauco - Uma imagem estranha, esta que você está a expor, e estranhos prisioneiros.
Sócrates - Eles se parecem conosco. Para começar , tais prisioneiros podem haver  visto de si mesmos e dos outros algo além da sombras que são lançadas pelo fogo à parede da caverna que está perante eles?
Glauco - Como seria possível isto, se eles ao longo de toda sua vida têm de manter o pescoço imóvel ?
Sócrates - Esses prisioneiros, portanto, não tomariam por verdadeiro nada mesmo além das sombras dos objetos artificiais.
Glauco - Necessariamente.
Sócrates - Se,pois, um deles for libertado das cadeias e forçado a levantar-se de repente, virar o pescoço, pô-se em movimento e olhar para a luz e só pudesse e só pudesse executar tudo isto com dores e, obcecado pelo brilho, não estivesse em condição de reconhecer aquelas coisas cujas sombras ele antes via, o que crês que ele diria se agente lhe assegurasse que antes apenas havia visto nulidades? Nâo crês que ele jamais saberia e acreditaria que o antes contemplado fosse mais real que aquilo que lhe é agora mostrado?
Glauco - Com certeza.
Sócrates - Se,então, nós o arrancássemos de lá violentamente através da subida acidentada e íngreme e não repousássemos antes de havê-lo trazido a luz, não iria ele se ressentir da violência e resistir a isso? E quando viesse a luz, então ele, totalmente obcecado pelo brilho, seria capaz de reconhecer qualquer coisa de tudo aquilo que agora lhe é apresentado como verdadeiro?
Glauco - Não, pelo menos naquele momento.
Sócrates - Portanto, ele somente iria de se acostumar a isto quando conseguisse contemplar as coisas lá de cima. Inicialmente ele iria reconhecer com mais facilidade as sombras ; depois, os próprios objetos; consequentemente, ele iria primeiramente contemplar à noite os fenômenos no céu e o próprio céu e a luz das estrelas e da lua. Isto lhe será mais fácil o que se ele, de dia, devesse encarar o sol e a luz do sol.Finalmente, então,penso eu, ele estaria em condição de contemplar o próprio sol em toda a realidade e propriedade (tradução para o alemão de O.Apelt, com modificações  do autor , A.A.).

Comentário pessoal:
Em meu ponto de vista ao análisar o texto ácima, vejo que todos nós seres humanos estamos muitas vezes trancados em cavernas de egoísmo, preconceitos, e outras coisas mais que não nos traz o mínimo de conhecimento e crescimento na vida. Devemos sempre estar abertos a novos conhecimentos, a descobrimos outras culturas, outros povos e por conseguinte aprender a respeitar da mesma forma que desejamos sermos respeitados.
O conhecimento jamais acaba, ao contrário ele evolui cada dia mais e mais, essa luz citada no texto é o conhecimento que devemos estar sempre em busca, devemos cada dia mais e mais buscar aprender mais, saber mais, e com isso estarmos evoluindo mais mais.

Que o texto tenha sido útil para todos que o lerem e lembrem-se : cada um tem um olhar crítico diferente, portanto, ao ler o mesmo procure analisar e tirar dele suas prórpias conclusões.

Iara Sobreira da Silva
Abril de 2011